quinta-feira, 16 de setembro de 2010

SISTEMA SOLAR



Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto doscorpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende osplanetas, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os planetas anões e os corpos menores do Sistema Solar(asteróidestransneptunianos e cometas)
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de grausCelsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre osprotoplanetas.

OS PLANETAS

Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os oito planetas principais conhecidos atualmente cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e rochoso Mercúrio, que possui menos da metade do tamanho da Terra.
Até Agosto de 2006, quando a União Astronómica Internacionalalterou a definição oficial do termo planetaPlutão era considerado o nono planeta do Sistema Solar. Hoje é considerado um planeta anão, ou um planetóide, por ser muito pequeno.
Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos, que são compostos de rochas e silicatos, são eles MercúrioVénusTerra eMarte. Depois da órbita de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (JúpiterSaturnoUrano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno.
Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros, enquanto Neptuno está a cerca de 4500 milhões de quilômetros.
Os planetas do sistema solar são os oito astros que tradicionalmente são conhecidos como tal: Mercúrio (☿), Vénus (♀), Terra (♁), Marte (♂), Júpiter (♃), Saturno (♄), Urano (♅) e Neptuno (♆). Todos os planetas receberam nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.

OS PLANETAS ANÕES

Planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático (aproximadamente esférica), porém não possui uma órbita desempedida, orbitando com milhares de outros pequenos corpos celestes.
Ceres, que até meados do século XIX era considerado um planeta principal, orbita numa região do sistema solar conhecida comocinturão de asteróides. Por fim, nos confins do sistema solar, para além da órbita de Netuno, numa imensa região de corpos celestes gelados, encontram-se Plutão e o recentemente descoberto Éris. Até 2006, considerava-se, também, Plutão como um dos planetas principais. Hoje, Plutão, CeresÉrisMakemake e Haumea são considerados como "planetas anões".

AS LUAS E OS ANÉIS

Satélites naturais ou luas são objetos de dimensões consideráveis que orbitam os planetas. Compreendem pequenos astros capturados da cintura de asteróides, como as luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso deTritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.
Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de Saturno.

CORPOS MENORES

A classe de astros chamados "corpos menores do sistema solar" inclui vários objetos diferenciados como são os asteróides, ostransneptunianos, os cometas e outros pequenos corpos.

Asteróides

Os asteróides são astros menores do que os planetas, normalmente em forma de batata, encontrando-se na maioria na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. A região em que orbitam é conhecida comoCintura de Asteróides. Nela localiza-se também um planeta anão,Ceres, que tem algumas características próprias de asteróide, mas não é um asteróide. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteróides baseados em características orbitais específicas. Nota-se que existem luas de asteróides, que são asteróides que orbitam asteróides maiores, que, por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteróide que orbitam.
Os asteróides troianos estão localizados nos pontos de Lagrange dos planetas, e orbitam o Sol na mesma órbita que um planeta, à frente e atrás deste.
As sementes das quais os planetas se originaram são chamadas de planetésimos: são corpos subplanetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteróides e os cometas em geral ou para asteróides com menos de 10 km de diâmetro.

Centauros

Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Netuno, mas são muito maiores que os cometas. O primeiro a ser descoberto foi Quíron, que tem propriedades parecidas com as de um cometa e de um asteróide.

Transneptunianos

Os transneptunianos são corpos celestes gelados cuja distância média ao Sol encontra-se para além da órbita de Neptuno, com órbitas superiores a 200 anos e são semelhantes aos centauros.
Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta região. Os planetas anões Plutão e Éris encontram-se, também, nesta região.
O primeiro transnetuniano foi descoberto em 1992. No entanto, Plutão, que já era conhecido há quase um século, orbita nesta região do sistema solar.

Cometas

A maioria dos cometas tem três partes: 1. um núcleo sólido ou centro; 2. uma cabeleira, ou cabeça redonda que envolve o núcleo e consiste em partículas de poeira misturadas com água, metano e amoníaco congelados; e 3. uma longa cauda de poeira e gases que escapam da cabeleira.
Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente com um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afélio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteróides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.
De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.
O novo planetóide Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.

Meteoróides

Os meteoróides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteróides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteróide e mínima de um planeta. Um meteoróide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito.

A dimensão astronômica das distâncias no espaço

Para uma noção da dimensão astronômica das distâncias no espaçodeve-se fazer cálculos e usar um modelo que permita uma percepção mais clara do que está em jogo. Por exemplo, um modelo reduzido em que o Sol estaria representado por uma bola de futebol (de 22 cm de diâmetro). A essa escala, a Terra ficaria a 23,6 metros de distância e seria uma esfera com apenas 2 mm de diâmetro (a Luaficaria a uns 5 cm da Terra, e teria um diâmetro de uns 0,5 mm). Júpiter e Saturno seriam berlindes com cerca de 2 cm de diâmetro, respectivamente a 123 e a 226 metros do Sol. Plutão ficaria a 931 metros do Sol, com cerca de 0.36 mm de diâmetro. Quanto à estrela mais próxima, a Proxima Centauri, essa estaria a 6332 km do Sol, enquanto a estrela Sírio a 13150 km.
Se o tempo de uma viagem da Terra à Lua, a cerca de 257 000 km/hora, fosse de uma hora e um quarto, levaria-se cerca de três semanas terrestres para se ir da Terra ao Sol, 3 meses se ir a Júpiter, sete meses para Saturno e cerca de dois anos e meio a chegar a Plutão e deixar o nosso sistema solar. A partir daí, a essa velocidade, levar-se-ia 17 600 anos até chegar à estrela mais próxima, e 35 000 anos até Sírio.

PLANETAS GASOSOS

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No sistema solar exterior, talvez em virtude da presença de um maior número de aglomerados ou à abundância de água a uma notável distância do sol, formaram-se corpos muito compactos, rodeados de famílias inteiras de satélites. A massa desses corpos era cerca de 10 vezes maior que a Terra, e sua gravidade suficientemente elevada para reter densas atmosferas, que se haviam formado pela atração de parte da nuvem de gás que ainda rodeava o sistema solar primitivo. Assim formaram-se em tais regiões os 4 planetas gasosos gigantes –JÚPITERSATURNOURANO e NETUNO.
Localizado nos limites do sistema solar, PLUTÃO é diferente de todos os outros. Trata-se de um planeta pequeno, seu diâmetro equivale a menos da metade do de Mercúrio e menos de 1/5 do diâmetro da Terra, e sua massa é igual à quinta parte da massa lunar. É possível que sua origem não seja a mesma dos demais planetas.
ASTERÓIDESParte dos resíduos rochosos de menores dimensões do sistema solar primitivo deu origem a um cinturão ( "o cinturão de asteróides") localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter. Calcula-se que a massa total dos asteróides do cinturão é equivalente a aproximadamente a milésima parte da massa da Terra.
SATÉLITES E ANÉISAssim como a Terra, a maior parte dos planetas possui um ou mais satélites naturais (luas): Mercúrio e Vênus são os únicos que não os possuem.
Os 4 planetas gigantes estão rodeados de numeras famílias de satélites que orbitam em torno do planeta como se fossem sistemas solares em miniatura e também possuem belíssimos anéis. Os mais conhecidos e espetaculares são os de Saturno, mas Júpiter, Urano e Netuno também os possuem. Os anéis são formados por fragmentos rochosos e partículas de pó e gelo.

Corpos hipotéticos do Sistema Solar

Nêmesis, dentro da astronomia teórica, seria uma provável estrelacompanheira do Sol, fazendo do Sistema Solar um sistema binário de estrelas. Ao passo de que ainda não foi observada diretamente, Nêmesis seria uma estrela escura e pequena, talvez uma anã marrom(anã castanha) , com uma órbita dezenas, centenas ou até milhares de vezes mais distante que a de Plutão.
Uma outra hipótese levantada a respeito de Nêmesis é que a sua órbita ao redor do Sol dure algo em torno de 26 milhões de anos e que em determinado momento a estrela atravessa a Nuvem de Oort e arremessa bilhões de asteróides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o Sistema Solar e atingindo aTerra causando assim grandes extinções da vida no planeta, como por exemplo a extinção KT que ocorreu há 65 milhões de anos.
A existência de Nêmesis é apenas uma teoria pouco provável, muito aceita a princípio, mas pouco provável pela ausência de um campo gravitacional que denunciasse a sua existência. Nêmesis é portanto mais um objeto hipotético do Sistema Solar.
Nuvem de Oort foi proposta pelo astrônomo holandês Jan Hendrik Oort (1900-1992) em 1950 como explicação à existência dos cometasde longo período. Trata-se de uma vasta região que envolve o nossoSistema solar à uma distância de cerca de 50.000 UA do Sol, composta por poeira e 100.000.000.000 (estimativa) de núcleos cometários que, ocasionalmente, são lançados em direção ao Sol em virtude de alguma perturbação em sua órbita.Vulcano foi o nome dado a um pequeno planeta hipotético que se pensava existir na órbita entre Mercúrio e o Sol, numa hipótese doséculo XIX que agora é desaprovada (ou pelo menos entendida como pouco provável).
Foi também o nome dado por Max Heindel a um astro invisível, dentro do qual está contida a parte física e etérica do Sol, e que seria o local habitado por Deus.

PLANETAS TERRESTRES

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No sistema solar interior, mais quente, os restos rochosos da nebulosa deram origem aos planetas. As rochas, muito numerosas, chocaram-se entre si, formando aglomerados cada vez maiores. Estes, atraindo-se uns aos outros pela força da gravidade, resultaram nos 4 planetas terrestres – MERCÚRIOVÊNUSTERRA e MARTE.
A superfície de tais planetas sofreu um aquecimento devido ao constante bombardeio das rochas que orbitavam ao redor do disco central. Contribuiu também para tal aumento de temperatura, a radiatividade própria do interior
dos planetas. Como conseqüência do aumento de temperatura, os metais que compunham parcialmente os planetas fundiram-se e penetraram nas áreas centrais, dando origem à formação de veios e depósitos.



Foto: Jefferson Pancieri
Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) e pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), o Planetário do Ibirapuera passou por várias modificações que o colocaram na era da modernidade. O novo projetor, StarMaster, fabricado pela Carl Zeiss, tem capacidade para avistar o céu de qualquer ponto conhecido do universo como, por exemplo, a partir de Marte. Por usar um sistema de projeção de fibra óptica, todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.
Inaugurado em janeiro de 1957 - o primeiro da América Latina – conta ainda com novos projetores periféricos que são capazes de trazer para São Paulo as imagens captadas do telescópio espacial Hubble e dos satélites da Nasa, entre outras possibilidades. A cúpula interna tornou-se uma grande tela de projeção e o espectador tem a sensação de estar mais próximo ao céu, tornando as sessões didáticas e divertidas.
As apresentações, gratuitas até o final de novembro, acontecem aos sábados e domingos, sempre às 15h, duram cerca de meia hora e têm capacidade para até 280 pessoas sentadas, além de sete cadeirantes.
Serviço:
Planetário do Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n - Parque do Ibirapuera - Zona Sul (cerca de 5 Km do Metrô Santa Cruz)
Tel.: (11) 5575-5206
Horário: Sábados, às 15h, 17h e 19h
Domingos e feriados, às 14h, 16h e 18h
Preço: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 para estudantes, crianças menores de 12 anos e aposentados

QUARTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2010

Os nove planetas do sistema solar diferenciam-se em dimensão e aspecto. Entretanto, podem ser classificados em 2 grupos : os 4 planetas mais próximos do sol são conhecidos como planetas terrestres, ou telúricos; os 4 seguintes, como planetas gasosos, ou gigantes gasosos.
Plutão, o 9.º planeta, não se enquadra nessa classificação.

O planetário municipal do Ibirapuera será reaberto para visitação neste sábado, após ficar 15 dias fechado em decorrência de um problema no projeto central Star Master ZMP. A reabertura acontece em uma data especial, no dia do aniversário de 56 anos do parque do Ibirapuera. 

Problema em projetor fecha o planetário do Ibirapuera 

Em comemoração pela data, serão oferecidas sessões especiais gratuitas, além das sessões da programação regular, segundo a Secretaria do Verde e Meio Ambiente. O atendimento às escolas está programado para volta a partir da próxima segunda-feira (23). 

Rogério Cassimiro/Folhapress 

Planetário do Ibirapuera fica fechado para visitação após problema em projetor; não há previsão de reabertura 

O planetário ficou fechado desde o último dia 6. A assistência técnica da empresa Zeiss foi contactada e constatou o mau funcionamento em uma peça, que estava danificada. O problema foi corrigido. O projetor foi comprado pelo planetário por R$ 5,9 milhões. 

Pioneiro dos planetários paulistanos, o planetário municipal do Ibirapuera foi construído em 1957. O projetor que apresentou problema foi inaugurado no local em 2006 e substituiu um antigo aparelho Zeiss 3, de 1945, que tinha bem menos recursos. Com o equipamento, o planetário pode agora projetar estrelas mais realistas e mostrar o céu de outros pontos do Sistema Solar.

Planetário do Ibirapuera será reaberto hoje; parque comemora 56 anos


O agendamento de grupos para visita ao Planetário Prof. Aristóteles Orsini será realizado somente mediante solicitação de visita através de preenchimento e envio de cadastro nas datas especificadas na tabela abaixo. O formulario de cadastro estará disponível no sitewww.prefeitura.sp.gov.br/astronomia - item agendamento.

A solicitação de agendamento será avaliada pela equipe de agendamentos do Planetário e atendida de acordo com o nº de vagas disponíveis no mês.

O Planetário não agenda nem reserva ingressos para grupos aos sábados, domingos e feriados. O agendamento de grupos é realizado somente às terças, quartas e quintas –feiras, sendo que as sessões aos finais de semana e feriados são destinadas ao atendimento do público em geral.

Para os grupos escolares não são agendados grupos de níveis de escolaridade diferentes em um mesmo horário, por motivos de conteúdo e abordagem didática.

Os grupos não escolares (grupos filantrópicos, ongs, instituições não governamentais e sem fins lucrativos), são agendados em horarios diferenciados, não coincidindo com o agendamento das escolas.


Cada sessão do planetário dura em média 50 minutos, sendo que o tempo total de permanência do grupo no planetário é de 1h30. Para grupos agendados o valor único do ingresso por visitante (TODOS QUE VIEREM JUNTO COM O GRUPO SÃO considerados visitantes pagantes) é de R$ 2,50 (dois reais e cinqüenta centavos). NÃO TEMOS COTAS DE CORTESIA.



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Datas para preenchimento do cadastro:

AS VISITAS INICIAM NO MÊS DE MARÇO E O CADASTRAMENTO NO MÊS DE FEVEREIRO

MÊS
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FEVEREIRO
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MARÇO
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4 MARÇO

ABRIL
1 MAIO
6 ABRIL

MAIO
3 JUNHO
6 MAIO

JUNHO
1 AGOSTO
7 JUNHO

JULHO
RECESSO ESCOLAR, POR ESSE MOTIVO NÃO HÁ SESSÕES PARA GRUPOS O agendamento de agosto será realizado a partir do primeiro dia útil de junho

AGOSTO
2 SETEMBRO
5 AGOSTO

SETEMBRO
1 OUTUBRO
6 SETEMBRO

OUTUBRO
1 NOVEMBRO
6 OUTUBRO

NOVEMBRO
1 DEZEMBRO
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